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terça-feira, 11 de outubro de 2011

SACERDOTES ESTÃO ENTRE AS PESSOAS MAIS FELIZES DO MUNDO



Por Genevieve Pollock


Os sacerdotes, em geral, estão entre os membros mais felizes da sociedade, declara o padre Stephen Rossetti, e, contrariamente à opinião laicista, muitos consideram o celibato como um aspecto positivo da vocação. Estas são algumas conclusões destacadas por Rossetti em “Por que os sacerdotes são felizes?” (Ave Maria Press).


O autor, decano associado no seminário e nos programas ministeriais da Universidade Católica da América, também escreveu “Nascimento da Eucaristia”“A alegria do Sacerdócio”, e “Quando o leão ruge”. Psicólogo licenciado, Rossetti foi presidente doInstituto Saint Luke, um centro de tratamento e educação para o clero e os religiosos.


O autor fez uma pesquisa com 2.500 sacerdotes e chegou a conclusões que a sociedade moderna acharia surpreendentes.

Nesta entrevista ele fala da pesquisa e da relação entre a felicidade de um sacerdote e a sua proximidade com Deus e com os outros, além da esperança para o futuro do sacerdócio.


Sua pesquisa diz que os sacerdotes estão entre as pessoas mais felizes do mundo. Por que não ouvimos falar desta felicidade mais vezes?


Pe. Rossetti: Esse constante achado da felicidade nos sacerdotes continua sendo um segredo. Por quê? Primeiro, porque as boas notícias não são notícia. As tragédias e os escândalos enchem as capas, mas caras de sacerdotes felizes não.

Em segundo lugar, porque a secularização da nossa cultura gera uma espécie de negativismo contra a religião organizada. Existe a crença secular de que praticar a fé deve ser algo restritivo e triste. Escutar que os sacerdotes estão entre as pessoas mais felizes é incrível. O fato da felicidade clerical é um desafio poderoso e fundamental para a concepção secular moderna.


Quais são os fatores básicos da felicidade de um sacerdote?


Pe. Rossetti: Eu tive que fazer uma equação de regressão múltipla até encontrar as variáveis mais importantes. A primeira e mais forte foi a variável da “paz interior”. Os que transmitiam uma imagem positiva e uma sensação de paz interior foram os mais felizes entre os sacerdotes. Curiosamente, a minha pesquisa demonstrou que o item mais poderoso da paz interior é a relação pessoal com Deus. A correlação deu uma r=.55, que é uma correlação muito forte em ciências sociais. E de onde vem a paz interior? Quando você tem uma relação sólida com Deus, você tem muita paz interior. Jesus prometeu. “Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz”.

Foi muito emocionante para mim ver as verdades do Evangelho dispostas diante dos meus olhos em forma de estatísticas. Só encontramos a paz verdadeira e duradoura em Deus. E claro, também a relação pessoal com Deus foi um indicativo da felicidade. De novo uma correlação importante (r=.53). A nossa vida espiritual é um poderoso contribuinte para a paz interior e para a felicidade pessoal.


Qual é o papel das relações interpessoais, com a família, os amigos, os fiéis, na felicidade de um sacerdote?


Pe. Rossetti: Tem outra equação de regressão múltipla que eu fiz. Perguntei qual era o indicativo mais forte numa relação com Deus, qual variável parecia contribuir mais para uma relação positiva com Deus. A resposta foi clara: ter amigos próximos (a correlação foi de r=.46). Desenvolver uma relação sadia com os outros nos ajuda a nos conectar com Deus. O isolamento provoca infelicidade. Fomos feitos para nos relacionar com os outros. A ampla maioria dos sacerdotes pesquisados, mais de 90%, tem amizades sólidas com outros padres e com leigos. Uma das grandes alegrias e apoios para a vida de um sacerdote é a conexão com os outros.

O conceito laicista de que os sacerdotes são pessoas solitárias, isoladas, não é verdade. A felicidade sacerdotal aumentou nos últimos anos e é provável que ela aumente mais ainda. Só 3,1% dos sacerdotes na pesquisa estava pensando em deixar o sacerdócio. Considerando a enorme pressão contra o sacerdócio na atualidade, e os muitos desafios reais, isto é muito importante.


E o celibato? Como ele se relaciona com a felicidade de um sacerdote?


Pe. Rossetti: Também foi interessante. Os sacerdotes chamados por Deus a viver uma vida célibe, apesar das dificuldades, parecem ser homens felizes. A correlação entre essa visão positiva do celibato e a felicidade sacerdotal foi r=.47. Mais de 75% dos sacerdotes consideram o celibato uma parte positiva da vida deles. Prevemos que essa porcentagem vai aumentar no futuro, já que são os sacerdotes jovens que defendem com mais energia o celibato. Ao contrário da mentalidade laicista, o apoio ao celibato sacerdotal aumentará no futuro nos sacerdotes dos Estados Unidos. Está desaparecendo esse tema “polêmico” entre os padres no país. Mas este é o desafio.


Uma coisa é aceitar o celibato como uma parte necessária da vida do sacerdote, mas precisa de um profundo nível de espiritualidade para experimentar o celibato como um dom de Deus e uma graça pessoal. Uma profundidade de vida muito concreta. Refletindo nos resultados do estudo, eu me sinto muito inspirado pelo compromisso e pela vitalidade espiritual da vida desses padres. Esta é a verdadeira realidade das conclusões do estudo: os nossos sacerdotes são homens santos e felizes.
Fonte: Zenit

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A Igreja de Jesus Avança!

Ao todo, estima-se que há cerca de 600 milhões de protestantes no mundo. Confira: http://www.dihitt.com.br/n/curiosidades/2010/10/14/os-maiores-paises-protestantes-do-mundo

O número de católicos é 1.166 bilhão. Confira: http://www.zenit.org/article-24152?l=portuguese

Num único dia, os protestantes perderam 400 mil protestantes para os católicos. Confira: http://batistabras.blogspot.com/2009/10/anglicanos-voltam-igreja-catolica_24.html ficando o quadro mundial assim:

600 milhões de protestantes – 400 mil = 599.600 milhões de protestantes.

1.166 bilhão de católicos + 400 mil = 1.166.400 bilhão de católicos

Na última páscoa os protestantes perderam 1.000 seguidores para os católicos. Confira: http://www.catolicanet.com/?system=news&action=read&id=60478&eid=293
ficando o quadro mundial assim:

599.600 milhões de protestantes – 1 mil = 599.599 milhões de protestantes.

1.166.400 bilhão de católicos + 1 mil = 1.166.401 bilhão de católicos.
Veja que o catolicismo tinha 1.166 bilhão e agora tem 1.166.401 bilhão. O protestantismo tinha 600 milhões, agora tem 599.599 milhões.

Vê-se claramente que o catolicismo aumentou graças às conversões de protestantes ao catolicismo, e alguns protestantes e a mídia desonesta, ainda ousam caluniar que, a Igreja Católica está "perdendo" fiéis.

O Diabo é o pai da mentira. (João 8,44)

Autor: Fernando Nascimento
Colaboração: Cris (meire)
fonte: Museu da Mentira

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

7 razões para se animar após Madri

Quem se importa se a mídia ignora a Jornada Mundial da Juventude?

OBS: este artigo é uma tradução livre deste: http://www.mercatornet.com/articles/view/7_reasons_for_good_cheer_after_madrid/

Ano passado, a essa época, a Igreja Católica estava lambendo as feridas após a maior injúria de suas relações públicas dos últimos anos. Colunistas de jornais zombavam que o escândalo causado por alguns padres pedófilos era o começo do fim. Seus seguidores estavam tão aborrecidos que dizia-se que “cancelariam seus cartões de inscrição”.

Mas se aquela pessimista leitura da borra de chá era verdadeira, como você explicaria a presença de dois milhões de jovens em Madri durante uma semana para ouvir um velho papa alemão de 83 anos? Eles estavam todos cientes dos atos vis de um punhado de padres desonestos mas isto não abalou a confiança deles na Igreja, ou em seu líder.

Então, se você é um simpatizante do Catolicismo, A Jornada Mundial da Juventude 2011 te deu abundantes razões para ter esperança. Aqui vão 7 delas.

A geração mais jovem é da Igreja

Os 2 milhões de pessoas que participaram aplicaram um esforço impressionante para salvar suas convicções. Enquanto a maioria dos peregrinos veio da Espanha e vizinhas França e Itália, haviam centenas de países como Austrália e Nova Zelândia. Cerca de 150 viera da Rússia! O sacrifício de pagar por uma longa viagem e suportar acomodações desconfortáveis mostra que eles estavam firmemente empenhados em ser parte da Igreja Católica.

Contraste isso como “World Youth Summit” organizado pelas Nações Unidas em Nova York. Reconhecidamente o Secretário-geral das Nações Unidas Ban Ki Moon tem o carisma de uma alface murcha, mas este digno encontro reuniu somente algumas centenas de pessoas. De quem são as ideias que passarão para as próximas gerações?

Bento XVI está determinando a agenda moral

Semana passada o Primeiro-ministro britânico David Cameron reagiu aos tumultos em Londres e em outras grandes cidades inglesas condenando o relativismo moral: “O que a última semana mostrou é que esta neutralidade moral, seu relativismo – não irá cortar mais.”. Exatamente. Um conjunto de facas para bife, se podemos assim chamar a maior figura do primeiro mundo para martelar a “tirania do relativismo”!

Bento XVI. O Papa tornou respeitável recusar o politicamente correto que mina o esforço da moral. Obviamente os líderes mundiais estão ouvindo.

Lembra-se das palavras de Cameron em adeus ao Papa após sua visita ao Reino Unido ano passado? “Você realmente desafiou o país inteiro a parar para pensar.”, ele disse. Parece que Cameron parou para pensar. Sua resposta aos tumultos veio direto do discurso de Bento XVI.

Um tanque pilotado por um homem só que trabalha de graça

Um fascinante ensaio do New York Time da última semana pelo crítico de cinema Neal Gabler lamentou a morte do pensamento em profundidade: “estamos vivendo num crescente mundo de pós-idéia – um mundo onde grandes, instigantes ideias que não podem ser instantaneamente monetizadas são de tão pequeno valor intrínseco que poucas pessoas estão as gerando e poucos canais as estão disseminando, a Internet não obstante. Ideias ousadas estão quase fora de moda.”

Talvez em Nova Iorque, mas não em Roma. Gabler obviamente não leu muito do que Bento XVI tem escrito sobre moral, filosofia, estética, economia e responsabilidade social. Mas muito dos jovens fãs do Papa têm. Num mundo em que as ideias não brilham mais, ele explode com possibilidades. E elas são livres. Alguma aposta no que a futura geração estará pensando?

Um caminho para sair da crise financeira global

Bento chegou lá primeiro. Com a economia mundial à beira de um colapso, o povo está em busca de respostas. Certamente na raiz da crise existe algo mais que o descontrole dos níveis econômicos. Certamente a economia é sobre mais do que estatísticas e dinheiro.

Bem, isto é precisamente o que Bento (e seus predecessores) vem dizendo. Conforme ele disse a jornalistas em uma coletiva de imprensa no vôo de Roma para Madri: “[Vemos] confirmada na presente crise econômica o que já foi visto nas grandes crises precedentes: que uma dimensão ética não é algo exterior aos problemas econômicos, mas uma interior e fundamental dimensão. A economia não funciona com uma autorregulação mercantil apenas, mas precisa de uma razão ética para funcionar para o homem.”.

Uma reprovação ao sexo desumanizado e ao consumismo

A grande questão dos últimos 200 anos é: o que é a verdadeira liberdade? Fazer qualquer coisa que quiser? Ou viver de acordo com a verdade? O que a nossa sociedade oferece aos jovens é a liberdade de consumir até estourar o limite do cartão de crédito, fazer sexo quando eles quiserem e com quem quiserem, viver imperturbados em uma bolha solipsista. Mas esta visão do homem o degrada, diz Bento. A felicidade vem apenas da descoberta da verdade. Muitos jovens estão desiludidos com a cultura de South Park em que vivem e o que o Papa diz faz muito sentido para qualquer um que queira construir um mundo melhor.

“A descoberta do Deus vivo inspira os jovens e abre os seus olhos para os desafios do mundo em que vivem, com suas possibilidades e limitações. Eles vêem a superficialidade vigente, consumismo e hedonismo, a amplamente difundida banalização da sexualidade, a falta de solidariedade, a corrupção. Eles sabem que, sem Deus, seria mais difícil para encarar estes desafios e para ser verdadeiramente feliz e, assim, derramar o seu entusiasmo na obtenção de uma vida autêntica. Mas, com Deus ao lado deles, eles possuirão luz para caminhar e razão para esperar, irrestritamente perante seus mais altos ideais, o que motivará seu comprometimento generoso para construir uma sociedade onde a dignidade humana e a fraternidade sejam respeitadas.”

A verdade é mais poderosa que as estatísticas

O pronunciamento mais memorável de Bento na Espanha foi para professores universitários na jóia da arquitetura Espanhola, El Escorial. Sendo ele mesmo um professor, falou com convicção apaixonada sobre a necessidade de oferecer aos estudantes mais do que o treinamento acerca das porcas e parafusos do trabalho profissional. “Como Platão disse: ‘Busque a verdade enquanto for jovem, pois se não o fizer, ela escapará ao seu alcance’. Esta aspiração sublime é o presente mais valioso que vocês podem dar aos seus alunos, pessoalmente e pelo exemplo. É mais importante do que o mero conhecimento técnico ou pura e friamente dados funcionais.

Universidades, disse ele, não deve ser um santuário de ideologia ou “uma pura e utilitarista concepção econômica que veria o homem como simplesmente um consumidor”. O que poderia ser mais atrativo para o jovem do que buscar o significado último do universo e empenhar-se em compreender o que significa ser autenticamente humano? Se há uma idéia ultrapassada, é o utilitarismo. E Bento oferece uma alternativa.

A Jornada Mundial da Juventude ainda é o segredo mais bem guardado do mundo

Um jornalista amigo meu escreveu um artigo de opinião para um jornal em Sidney. Mas o editor não estava interessado. “Tivemos um deste em Sidney ano passado. Já preenchemos a nossa cota.”, disseram a ele. O New York Times – a referência da opinião intelectual nos EUA – mal comentou a JMJ.

Realmente, isto é peculiar – uma reunião de 2 milhões de jovens não é notícia, especialmente depois que algumas centenas da mesma idade arruinaram Londres? Não há ninguém por aí que possa ligar os pontos?

Mas por que reclamar? A mídia e os intelectuais são bons com espuma e bolhas, mas péssimos com correntes profundas. Por acaso eles previram a ascensão do Islâ militante, a desintegração da União Soviética, o zumbido da Bomba Populacional ou a Crise Financeira Global?

As grandes histórias são as secretas. Bento XVI sabe disso. Como ele disse aos jornalistas, “O semear de Deus é sempre silencioso; não aparece nas estatísticas, e a semente de Deus plantada na JMJ é como a semente de que fala o Evangelho: parte cai à beira da estrada e é perdida; parte cai em meio às pedras e é perdida; parte cai entre os espinhos e é perdida; mas uma parte na terra boa e dá muitos frutos.”

Despercebidos pela mídia, 2 milhões de jovens embarcaram numa jornada que levará muitos deles a infundir suas terras natais com suas profundas crenças Cristãs.Lentamente o mundo mudará. Daqui a trinta anos terá uma baita surpresa.

Michael Cook é editor do MercatorNet.

fonte:

O Legado d'O Andarilho

sexta-feira, 24 de junho de 2011

26 Parresía: “O poder paralelo dentro da Igreja”

Pe. Paulo Ricardo nos mostra neste vídeo as investidas de setores para "lilhar" a Igreja no Brasl, tornando-a desligada do Papa com o intuito de domimina-la. Asista o video e faça sua parte para lutrar cotra as forças das portas do inferno, e seja parte no holl de vencedres: TU ÉS PEDRO E SOBRE ESTA PEDRA EDIFICAREI A MINHA IGREJA E AS PORTAS DO INFERNO NUNCA PREVALECERAO SOBRE ELA. É Chegada a hora meu irmão de cada católico tomar uma posição, de que lado você quer ficar? no lado da barca de Pedro ou no lado dos que edificam as portas do inferno? Pois saiba que estará na barca de Pedro quem estiver ao lado do Papa Bento XVI.

PARTE I



PARTE II

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Dom Eugênio Sales: 90 anos

Nasceu em 8 de novembro de 1920, Acari, diocese de Caico, Brasil. Estudou no Seminário de Natal, Natal, Brasil. . Ordenado sacerdote, em 21 de novembro de 1943, em Natal. Trabalhou pastoralmente em Natal, de 1943 a 1954.

Eleito bispo titular de Tibica e nomeado auxiliar de Natal, em 1 de junho de 1954. Consagrado, em 15 de agosto de 1954, em Natal, por José de Medeiros Delgado, arcebispo de São Luis do Maranhão. Administrador apostólico, sé plena, de Natal, em 6 de janeiro de 1962. Assistiu ao Concílio Vaticano II, de 1962 a 1965. Administrador apostólico da arquidiocese de São Salvador da Bahia, em 6 deulho de 1964. Promovido a sé metropolitana de São Salvador da Bahia, em 29 de outubro de 1968.
 
Criado cardeal presbítero, em 28 de abril de 1969; recebeu a barrete vermelha e título de S. Gregório VII, em 30 de abril de 1969. Legado pontifício ao Congresso Eucarístico Nacional, Brasília, em 5 de maio de 1970. Transladado a sé metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro, em 13 de março de 1971. Assistiu a II Assembléia Ordinária do Sínodo dos Bispos, em Cidade do Vaticano, de 30 de setembro a 6 de novembro de 1971. Nomeado ordinário para os fiéis de rito oriental sem seu próprio eparca, em 22 de junho de 1972. Participou de conclave de 25 a 26 de agosto de 1978. Participou do conclave de 14 a 16 de outubro de 1978. Assistiu a III Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, Povoa, México, de 27 de janeiro a 13 de fevereiro de 1979; a V Assembléia Ordinária do Sínodo dos Bispos, Cidade do Vaticano, de 26 de setembro a 25 de outubro de 1980. Membro do Conselho de Cardeais para o Estudo dos Problemas Organizativos e Econômicos da Santa Sé, em 31 de maio de 1981. Assistiu a VI Assembléia Ordinária do Sínodo dos Bispos, na Cidade do Vaticano, de 29 de setembro a 28 de outubro de 1983; a II Assembléia Extraordinária do Sínodo dos Bispos, Cidade do Vaticano, de 24 de novembro a 8 de dezembro de 1985. Enviado especial do Papa ao XII Congresso Eucarístico Nacional, Natal, de 6 a 13 de outubro de 1991. Assistiu a IV Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, Santo Domingo, República Dominicana, de 12 a 28 de outubro de 1992; foi um dos três presidentes delegados. Assistiu à Assembléia Especial para a América do Sínodo dos Bispos, em Cidade do Vaticano, de 16 de novembro a 12 de dezembro de 1997.



quinta-feira, 28 de outubro de 2010

«AD LIMINA APOSTOLORUM» DISCURSO DO PAPA AOS PRELADOS DO REGIONAL NE 5




DISCURSO DO PAPA BENTO XVI
AOS PRELADOS DA CONFERÊNCIA NACIONAL
DOS BISPOS DO BRASIL (REGIONAL NORDESTE V)
EM VISITA «AD LIMINA APOSTOLORUM»
Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010


Amados Irmãos no Episcopado,
«Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo» (2 Cor1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5. Lendo os vossos relatórios, pude dar-me conta dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.
Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.
Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. Gaudium et spes, 76).
Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente má e incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, conseqüência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38). Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal? Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem,82).
Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sócio-político de um modo unitário e coerente, é «necessária — como vos disse em Aparecida — uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o "Compêndio da Doutrina Social da Igreja"» (Discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, 3). Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. Gaudium et spes 75).
Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. «Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambigüidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana» (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17 de setembro de 2010).
Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve «encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política» (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.
Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baía da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade.
Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Benção Apostólica. 

http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/speeches/2010/october/documents/hf_ben-xvi_spe_20101028_ad-limina-brasile_po.html

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

IGREJA DESUNIDA?

Trago para nossa reflexão este texto de Dom Cristiano Jakob Krapf divuldado no ultimo dia 27 pelo site da CNBB:

"Em tempos de eleições, muitos católicos querem ensinar aos padres e aos bispos o Pai Nosso da política. Muitos candidatos e partidos dizem que a Igreja deve ter a coragem de sair de cima do muro e tomar posição. Outros querem que a Igreja fique fora do debate político-eleitoreiro.   Ao dizer Igreja, se referem à instituição, representada por padres e bispos.
O ensinamento da Igreja faz uma distinção entre a missão do clero e a missão dos leigos. Recomenda aos leigos a participação ativa em eleições democráticas, mas proíbe ao clero a participação direta na luta pelo poder político. Como é que um padre pode cumprir a sua missão de promover a unidade na comunidade, se ele mesmo se envolver nas brigas dos partidos e dos candidatos?
A coisa fica mais complicada quando partidos ou candidatos têm nas suas propostas coisas claramente contrárias aos princípios cristãos. Quando um partido pretende incluir nos direitos humanos o “direito” a provocar um aborto, a Igreja não pode deixar de denunciar a imoralidade de tal proposta.
O mais importante dos direitos humanos é o direito à vida. O ser humano que mais precisa de proteção é a vida nova que se forma no ventre materno. Seu futuro depende inteiramente do amor da mãe e da responsabilidade do pai.
É claro que a missão principal da Igreja é a formação dos jovens e dos pais para o amor. Não conseguindo isso, precisa apelar para a responsabilidade do poder civil que tem o dever de defender os mais fracos. Se todos fossem bons cristãos, o país não teria necessidade de tribunais e prisões para ladrões e traficantes e assassinos.
No mundo real, mesmo com leis rigorosas cobradas por tribunais e sancionadas pelos castigos das prisões acontecem muitos crimes. Como seria um país sem leis? Apenas com a lei do mais forte?
Vejo que pessoas da Igreja que contribuiram para a chegada do PT ao poder, agora clamam por mudança, em parte por causa da proposta de descriminalização do aborto, em parte por outras razões. Mesmo assim, a participação de padres e bispos na política não deve tomar o rumo de propaganda em favor ou contra algum candidato ou partido.
Na política, a Igreja não deve ir além de um trabalho de conscientização para levar o eleitor a examinar a vida, as capacidades e as propostas dos candidatos e dar o seu voto a quem possa trabalhar melhor para o bem comum do País ou do Estado. Não podemos seguir o mau exemplo de grupos religiosos que fazem campanha para eleger candidatos da sua igreja para que esses possam defender os interesses particulares do seu grupo.

Igreja dividida na Paraíba?

Está circulando na Internet uma carta aberta que pede a substituição do arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto. Poderão alegar que não conheço a situação para dar palpite, mas não aguento ficar calado diante de acusações injustas contra um irmão dedicado à missão que lhe foi confiada.
Depois de acusações genéricas e exageradas sobre seu “relacionamento sistematicamente desrespeitoso em relação aos pobres”, a carta se queixa de suas atitudes diante das CEBs, da CPT e de outros grupos pastorais, “agredidos por suas palavras e atos”. Quem não luta contra os ricos é acusado de ser contra os pobres.
Metade das queixas se refere a uma coisa mais concreta: dois textos publicados por ele no Correio da Paraíba, com críticas ao Plebiscito pelo Limite da Propriedade da Terra. Chegam a dizer que Dom Aldo escreve demais no jornal. Certamente não diriam isso, se tais escritos obedecessem à cartilha de uma esquerda que pretende ter o monopólio de receitas para curar as injustiças do mundo capitalista.
Se não concordam com os argumentos apresentados pelo arcebispo, por que não apresentam argumentos melhores, se tiverem? Em vez disso, acusam o arcebispo de um “comportamento sistemático de semear o divisionismo em seu rebanho”. Tenho a impressão que os semeadores de divisões aí são os acusadores do arcebispo. Lembro a última palavra da Presidência da CNBB sobre o “Plebiscito”: “Nas Igrejas Particulares, os Senhores Bispos darão as orientações que julgarem convenientes.”
Depois de uma década de tentativas de uma esquerda radical, a luta contra  grandes propriedades rurais conseguiu entrar nos textos da CNBB pelo atalho do manual da Campanha de Fraternidade de 2010, elaborado por um pequeno grupo e apresentado depois como texto oficial da CNBB e do CONIC.
Em várias dioceses existem grupos que querem um bispo que seja obediente a eles, assim como na Igreja existem escribas e doutores da lei que querem tirar as chaves da mão do Papa. Quando um bispo toma posição radical contra a construção de usinas hidroelétricas ou projetos de irrigação, muitos cobram apoio dos outros bispos.
Querem que todos tenham a mesma opinião sobre problemas de economia? Querem enquadrar os católicos num partido católico?  Melhor cuidar da unidade em questões de fé, de doutrina, de moral.
Sobre a questão de grandes propriedades rurais, meu Blog tem argumentos que ultrapassam a bitola estreita da Cartilha de uma esquerda doutrinária."

Dom Cristiano Jakob Krapf

http://www.cnbb.org.br/site/articulistas/dom-cristiano-jakob-krapf/4746-igreja-desunida

 

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

POR UMA IGREJA QUE PENSA - Pe. Zezinho

“Leitores que não preparam as leituras.
Cantores que não ensaiam os cantos.
Coroinhas que não ensaiam sua parte.
Sacerdotes que não preparam seus sermões.
Catequistas que não lêem os documentos da Igreja.
Pregadores que não leram o catecismo.
Cantores de desafinados que insistem em liderar os cantos da missa.
Músicos sem ritmo e sem ensaios que tocam alto e errado.
Cantores que dão show de uma hora
sem perceber que a guitarra e o baixo estão desafinados.
De quebra, também um dos solistas…
Autores que não aceitam corrigir seus textos e suas letras,
antes de apresentá-los a milhões de irmãos na fé.
Cantores que teimam em repetir uma canção
cuja letra o bispo já disse que não quer que se cante mais.
Párocos que permitem que qualquer um lidere as leituras e o canto.
Párocos que permitem qualquer canção, mesmo se vier errada.
Sacerdotes que ensinam doutrinas condenadas pela Igreja,
práticas e devoções com ranços de heresia ou de desvio doutrinário.
Animadores de programas católicos com zero conhecimento de doutrina.
*** Parecemos um hospital que, na falta de médicos na sala de cirurgia,
permite aos secretários, porteiros e aos voluntários bem intencionados que operem o coração dos seus pacientes.
Há católicos aconselhando, sem ter estudado psicologia.
Há pregadores receitando, sem conhecer a teologia moral.
E há indivíduos ensinando o que lhes vem na cabeça,
porque, entusiasmados com sua fama e sua repercussão,
acham que podem ensinar o que o Espírito Santo lhes disse naquela hora.
Nem sequer se perguntam se de fato era o Espírito Santo que lhes falou
durante aquela adoração, ou aquela noite mal dormida!
Está faltando discernimento na nossa Igreja!
Como está parece a casa da mãe Joana,
onde todos falam e apenas uns poucos pensam no que falam.
Uma Igreja que não pensa acaba dando o que pensar!”

FONTE: http://sadoutrina.wordpress.com/2010/08/24/por-uma-igreja-que-pensa-pe-zezinho-scj/

sábado, 28 de agosto de 2010

CATÓLICO APOSTOLICO ROMANO OU CATÓLICO IBGE

Vendo alguns comentários pela internet vi um que falava de "católicos IBGE" pessoas que se dizem católicos mas que só vão a missa em casamentos batizados e missa de corpo presente. É triste mas é uma realidade somos considerados 70% da população aproximadamente mas destes aproximadamente 30% são os que podemos chamar de "católicos praticantes" aqueles que realmente praticam e vivem a fé. Então vem a pergunta que não quer calar, Porque muitos católicos não buscam viver a fé? Porque a religiosidade não é uma realidadea na vidada de muitos? há pessoas quepreferem ir ao bar num final de semana que ir Igreja, há pessoas que preferem assistir um programa de tv que ir ao encontro de catequese.
A resposta não é tão simples e muito menos a solução. A sociedade criou uma cultura onde todos são obrigados a terem as mesmas vontades, os mesmsos sonhos, os mesmos ideais, são homens e mulheres querendo: dinhero, status, muitos bens e vida sem compromisso com outra pessoa, e quebrar essa roda de fogo implica em se tornar alguem estranho e diferente, e como temos medo do que é estranho e fora do que comum na sociedadea não queremos sair deste padão que nos é imposto, ser católico é sair do padrão que a sociedadea impõe é ser algém que não concorda com o que nos é imposto como "normal".A falta de religiosidade vivida e só falada leva o cristão a um conceito relativista do que é ser Católico Apostolico Romano. Tem pessoas que pensam que por ser católico pode tudo ou tudo é permitido ou por ser católico não há obrigações com a fé e com a Igreja e isso nos mostra um quadro preocupante que nos revela o quanto os católicos são desinformados sobre a própria Igeja, muitos não sabe por exemplo que se filiar ou votar ou favorecer de qualquer forma um partido comunistra ele está caindo em excomunhão letae setentiae (excomunhao automática), nem todos católicos sabem que para não cometer comunhão sacrílega é necessário confessar-se pelo menos uma vez no ano, não sabe se quer o que é uma comunhão sacrílega. e isso é o retrato de nossas catequeses, elas não estão fazendo nascer a semente no coração de muitos. Então vem a pergunta como é feita a cetequese em sua comunidade. você catequista tem procurado estudar, buscar meios de dinamisar suas aulas, está mostrando a beleza de ser católico apresentando o lindo exemplo de pessos que amaram a Igeja e o Cristo vivo nos sacramentos como os Santos, tem feito momentos de oração, visitas a seminários, monsteiros e conventos, visitados igrejas, cantado musicas que estão alinhadas com a sã doutrina, aulas vocacionais, lendo os documentos da igreja para os catequisandos, falado do Papa mostrado vídeos com discursos do Papa, tem levado os catequisandos para visitar outras pastorais, tem colocados os catequisandos para viverem a vida pastoral levendo-os para reuniões na comunidade convidando auguns para ajudar a preparar os encontros, fazer catequese é mais do que apenas explicar os sacramentos é ensinar a criança a ser CATÓLICO e isso implica em ensinar uma diversidade imenssa de temas. Temos que combater o primeiro sintoma do catolico IBGE que é o pensamento de que por ter sido batizado ter feito a 1ª comunhão e o crisma já fez a "obrigação" religiosa. O catequista tem que mostrar aos cateqeuisandos que estes sacramentos da iniciação cristã é apenas o começo de uma caminhada na igreja.
Uma catequese mal feita impica diretamente em um católico que não sabe ser católico e muitas veses se volta contra a Igreja ou fica perdido no meio de tantas falsas doutrinas e filosofias e teologias libertacionárias revolucionárias que só servem para afastar o católico da sã doutrina resumindo a ação de Cristo na vida do povo como um mero esforço de luta de classe ou prega um liberalismo onde tudo é permitido en nome de um amor que não chega nem perto do Amor  com "A" maiúsculo que Jesus nos falou, um amor diminuido que é alimentado pelo sentimanto individualista e que é tido como sinônimo de sexo muitas veses sexo que depõe contra o que nos fala as sagradas escrituras. É chegada a hora de ensinar-mos a sã doutrina ensinada por São Francisco, São Tomás de Aquino, Santo Agostinho, São Pedro e São Pauo, os Santos Padres, O Santo Padre o Papa Bento XVI, e abandonarmos de uma vez por todas estas filosofias e teologias que nada têm a acrescentar para a santidade da Igreja. e a melhor forma de se fazer isto é ensinando a verdadeira doutrina na catequese onde tudo começa.